Demissão sem justa causa
Encerramento do plano empresarial logo após o desligamento, sem que a possibilidade de manutenção tenha sido apresentada de forma clara ao ex-empregado.
Plano de saúde encerrado após demissão sem justa causa, cancelamento pela operadora ou interrupção durante tratamento. Escritório de advocacia com atuação em Direito da Saúde em Campo Grande, MS, e atendimento remoto em todo o estado.
A legislação prevê hipóteses de manutenção do plano coletivo empresarial após a demissão sem justa causa. A forma de custeio, a existência de tratamento em curso do titular ou de dependente e o prazo de manifestação precisam ser verificados logo no início.
Conteúdo de caráter meramente informativo, sem promessa de resultado, garantia de êxito ou captação indevida de clientela, em observância ao Código de Ética e Disciplina da OAB e ao Provimento nº 205/2021 do Conselho Federal da OAB. Os resultados de cada caso dependem da análise individual dos documentos e das circunstâncias específicas.
A demissão sem justa causa é hoje o cenário mais recorrente. A leitura dos avisos enviados, dos prazos e da forma de comunicação costuma ser determinante para entender o que aconteceu com o contrato.
Encerramento do plano empresarial logo após o desligamento, sem que a possibilidade de manutenção tenha sido apresentada de forma clara ao ex-empregado.
Perda da cobertura durante internação, quimioterapia, terapia contínua ou tratamento já iniciado pelo titular ou por dependente.
Encerramento do vínculo contratual ou rescisão do contrato coletivo sem solicitação do beneficiário.
Casos que exigem análise dos pagamentos, dos avisos prévios e dos prazos aplicados.
A avaliação parte da reconstrução da linha do tempo: o que foi comunicado, quando foi comunicado e o que já havia sido pago.
A legislação prevê hipóteses de manutenção do plano coletivo empresarial ao ex-empregado demitido sem justa causa. Na prática, muitos beneficiários têm a cobertura encerrada de imediato, sem que essa possibilidade seja sequer apresentada, e cada situação precisa ser avaliada a partir do contrato e da forma de custeio.
A ausência de desconto em folha não encerra a discussão por si só. Existem entendimentos que reconhecem a possibilidade de permanência mesmo quando o ex-empregado não contribuía diretamente, especialmente diante de tratamento em curso. A avaliação depende do contrato, da forma de custeio e do quadro assistencial.
Conteúdo informativo sobre previsão legal e entendimentos existentes. Não há promessa ou garantia de resultado. A aplicação a cada situação depende da análise do contrato, do vínculo empregatício, da forma de custeio e dos documentos apresentados.
Thays de Castro Trindade Violin e Walter de Castro Neto atuam na análise jurídica de conflitos envolvendo planos de saúde, com foco em organização documental, comunicação objetiva e acompanhamento próximo de cada caso.
Não é obrigatório ter tudo em mãos para iniciar o contato, mas estes documentos tornam a primeira análise mais objetiva.
O primeiro contato é sempre por lá. Conte de forma objetiva o que aconteceu e qual é a principal dúvida.
A equipe verifica o material disponível e indica o que ainda precisa ser complementado.
Com o material analisado, a consulta é agendada por videoconferência para tratar do seu caso com a devida atenção.
As respostas organizam as informações essenciais do seu caso antes do primeiro contato. Ao final, a conversa abre no WhatsApp do escritório já com o resumo preenchido.
O que aconteceu com o seu plano?
Selecione a opção mais próxima da sua realidade.
Quando isso aconteceu?
O momento ajuda a entender a urgência da análise.
Você já tem os documentos em mãos?
Documento médico, protocolo, contrato ou comunicado da operadora.
Para finalizar, como podemos te chamar?
Os dados seguem apenas na mensagem do WhatsApp, direto para o escritório.
O escritório presta serviços advocatícios remunerados. A análise inicial da situação e a orientação sobre documentos ocorrem no primeiro contato, sem compromisso de contratação.
A partir dos documentos apresentados, o escritório avalia a situação e explica os caminhos possíveis.
Havendo viabilidade, os honorários são apresentados por escrito, conforme a Tabela da OAB/MS e a complexidade do caso.
Com a proposta aceita, é firmado contrato de prestação de serviços e o caso passa a ser acompanhado pelo escritório.
A legislação prevê essa possibilidade e, quando havia contribuição do empregado, o período de manutenção é proporcional ao tempo contribuído, mediante assunção do valor integral. Mesmo sem contribuição direta, existem entendimentos favoráveis à permanência. A aplicação ao caso concreto depende do contrato e dos documentos.
Não necessariamente. Contribuição é o valor descontado para o custeio da mensalidade e coparticipação é o pagamento por procedimento utilizado, são coisas distintas. Ainda assim, a ausência de contribuição não encerra a discussão, e há entendimentos que reconhecem a permanência em determinadas situações, sobretudo com tratamento em curso.
A existência de tratamento em curso do titular ou de dependente é elemento relevante e deve ser documentada com relatórios médicos, junto ao termo de rescisão e aos comprovantes de desconto.
Não. A possibilidade depende do motivo informado, do tipo de contrato, dos avisos enviados e da documentação apresentada em cada caso.
Reúna os documentos médicos que comprovam o tratamento em curso e os comunicados da operadora, pois esses elementos são relevantes na análise.
Não. Nenhuma análise ou medida pode ser garantida previamente. Tudo depende das particularidades do caso e dos documentos apresentados.
O primeiro contato é sempre feito pelo WhatsApp, para entender o que ocorreu e organizar as informações necessárias. Depois, a consulta é agendada por videoconferência.
O primeiro contato é sempre pelo WhatsApp e a mensagem já identifica o tema desta página. Depois de compreendida a situação, a consulta é agendada por videoconferência.